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5 minutos com… Lola, Diretora Financeira para a China

11.07.2018

Lola Cui começou a trabalhar na Louis Dreyfus Company (LDC) em 2013, quando assumiu o cargo de CFO Adjunta para a China. Em janeiro de 2015, ela foi promovida a CFO, principal executiva da área financeira.. Lola está baseada no coração da China: Pequim.

Aqui, ela fala sobre sua experiência na LDC, expõe seus pontos de vista sobre as mulheres no local de trabalho e menciona os conselhos que , daria a si mesma se fosse jovem.

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Como sua jornada começou na LDC?

Fui contatada por um caça-talentos que me estimulou a me candidatar para o cargo de CFO Adjunta da LDC para a China. Por causa da minha experiência com finanças até aquele momento, desde logo sabia que aquele seria um cargo pelo qual eu me interessaria. Entrei na LDC em junho de 2013.

Fale um pouco sobre um desafio específico que você teve orgulho de superar na LDC.
Cada dia na LDC traz um novo desafio, mas, independentemente de sua complexidade, gosto de resolver problemas. Superá-los para impulsionar o sucesso do negócio é muito gratificante.

De que você mais gosta ao trabalhar na LDC?

O que mais gosto na LDC é o ambiente “voltado aos negócios”. Todos estão focados em fazer o que é melhor para o negócio, o que significa que sempre trabalhamos unidos para alcançar objetivos comuns.

Sempre fez parte de seus planos trabalhar em finanças?

Devo admitir que no início Finanças não eram meu principal interesse. Mas depois de trabalhar em serviços bancários e financeiros, posso dizer que, em algum momento em minha carreira, percebi que tinha a confiança necessária para ser boa naquilo que faço e que gostava muito do que estava fazendo. Como função, seja em um contexto bancário, seja em um corporativo, finanças giram em torno dos mercados e da economia, tanto locais como internacionais; assim, você deve estar sempre preparado e pensar no futuro. Porque tenho interesse em fazer coisas novas acontecerem, estar nesse setor me convém e me é natural.

Houve uma diferença marcante entre trabalhar em um ambiente bancário e um ambiente corporativo?

O foco nos ambientes bancários em que trabalhei era gerenciar relacionamentos para fortalecê-los ao longo do tempo e expandir os negócios. No setor de commodities, as finanças desempenham um papel de apoio para as diferentes linhas de negócios, e procuramos novas formas de agregar valor continuamente. Nesse contexto, minha experiência em serviços bancários me ajudou, pois entendo a perspectiva dos operadores. Nossa equipe adota uma abordagem voltada para frente, observando de perto o mercado local e o ambiente econômico para garantir que estamos preparados para o futuro.

A orientação de alguém teve impacto mais forte em você ao longo de sua carreira?

Em nível pessoal, meu pai é uma presença muito inspiradora em minha vida. Ele me ensinou a ser positiva e focada e a ser determinada ao buscar meus objetivos profissionais. No trabalho, quando iniciei minha carreira, tive a sorte de contar com a orientação de mentores que me ensinaram principalmente a ser detalhista, sem perder de vista o panorama geral. Quando iniciei na LDC, um de meus colegas mais experientes me incentivou a falar o que pensava e a não pensar demais sobre meu ponto de vista quando sabia que minha perspectiva traria benefícios para a equipe e para a empresa. Isso era novidade para mim, pois em nossa cultura nos comunicamos de uma maneira muito diferente. Com o passar do tempo, aprendi que, em uma empresa global, quanto mais você avança em sua carreira, mais importante é sua comunicação ser eficiente e compreendida claramente por todos os stakeholders, muitos dos quais podem ser de outras regiões.

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Você acha que é mais difícil para as mulheres chegarem ao topo?

Não acho que seja muito fácil para mulheres ocuparem altos cargos em qualquer empresa. As mulheres tendem a adotar uma abordagem mais suave do que os homens, mas, às vezes, também temos que saber agir com firmeza.

Há também a pressão social de que as mulheres devem focar não somente suas carreiras, mas também suas famílias, e isso pode nos forçar a fazer escolhas difíceis de tempos em tempos. Antes de ingressar na LDC, quando meu filho era muito mais novo, meu trabalho na época exigia que eu ficasse em Xangai e Nanjing durante a semana, e só o veria em Pequim nos fins de semana. Aquele foi um período muito difícil para mim, mas eu precisava passar por aquilo e fazer essa escolha por mim mesma. Tenho orgulho de dar ao meu filho o exemplo de que o trabalho sério é importante.

Os tempos também estão mudando: é revigorante ver que a LDC e outras empresas apoiam as colaboradoras, oferecendo planos de trabalho flexíveis e oportunidades de desenvolvimento de carreira.

Se você pudesse dar um conselho a ‘você jovem’, qual seria?

Siga seus instintos! Não tenha medo de dar passos grandes e aprender com os erros!


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