{"id":4017,"date":"2018-11-07T14:18:00","date_gmt":"2018-11-07T14:18:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ldc.com\/br\/?post_type=stories-insight&#038;p=4017"},"modified":"2024-01-23T09:53:34","modified_gmt":"2024-01-23T08:53:34","slug":"parte-3-a-semente-que-alimentou-a-humanidade-presenca-global","status":"publish","type":"stories-insight","link":"https:\/\/www.ldc.com\/br\/pt\/stories-insights\/parte-3-a-semente-que-alimentou-a-humanidade-presenca-global\/","title":{"rendered":"Parte 3: A semente que alimentou a humanidade: presen\u00e7a global"},"content":{"rendered":"\n<p>Na virada do s\u00e9culo 19, os produtores de trigo enfrentavam um desafio aparentemente imposs\u00edvel de superar: como suprir a demanda cada vez maior de uma popula\u00e7\u00e3o em crescimento com poucas terras novas dispon\u00edveis para a agricultura? A resposta foi encontrada em 1830, nas ilhas secas de aves marinhas ao largo da costa da \u00c1frica do Sul e da Am\u00e9rica do Sul. Os agricultores perceberam que os excrementos das aves marinhas, conhecidos como guano e ricos em fertilizantes naturais, melhoravam as condi\u00e7\u00f5es do solo. Iniciou-se dessa forma a grande \u201ccorrida do guano\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O guano fez uma diferen\u00e7a enorme na produ\u00e7\u00e3o de trigo da Europa. No fimdo s\u00e9culo, quando suas reservas come\u00e7aram a se esgotar, os agricultores recorreram \u00e0 ci\u00eancia em busca de uma solu\u00e7\u00e3o para os problemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Alemanha, em 1909, dois cientistas, Carl Bosch e Fritz Haber, conseguiram produzir am\u00f4nia, uma subst\u00e2ncia que deveria melhorar a fertilidade do solo e, consequentemente, a qualidade do trigo. O \u00fanico problema era que a adi\u00e7\u00e3o desse p\u00f3 branco ao solo fazia com que o trigo ficasse mais alto e mais grosso que o normal. A planta crescia, ca\u00eda devido \u00e0 for\u00e7a do vento e apodrecia. Era necess\u00e1rio haver uma variedade nova e mais curta do cereal.<\/p>\n\n\n\n<p>Cecil Salmon, especialista norte-americano, coletou 16 variedades de trigo no Jap\u00e3o no final da Segunda Guerra Mundial. Uma delas foi a Norin 10, que crescia em altura somentea metade da maioria das variedades.<\/p>\n\n\n\n<p>Salmon a enviou aos EUA, para um cientista chamado Orville Vogel, que come\u00e7ou a cruzar a Norin 10 com outras variedades de trigo. Em 1952, esse novo gr\u00e3o chegou ao M\u00e9xico, onde um bi\u00f3logo norte-americano, Norman Borlaug, o cruzou com culturas resistentes a fungos. Apenas dez anos depois, 95% do trigo cultivado no M\u00e9xico j\u00e1 era da variedade de Borlaug, e a colheita do cereal&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.economist.com\/node\/5323362\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">no pa\u00eds aumentou 600%<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Borlaug levou seu trigo para a \u00cdndia em 1965, numa \u00e9poca em que muitos especialistas temiam que milh\u00f5es de pessoas iriam morrer de fome. Felizmente, esse cereal prosperou nas condi\u00e7\u00f5es locais, quadruplicando o rendimento e tornando o pa\u00eds\u00a0autossuficiente em 1974.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ldc.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/04\/blog-pg-grain3.jpg\" alt=\"blog-pg-grain3.jpg\" class=\"wp-image-6716\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Hoje, gra\u00e7as a esses avan\u00e7os e descobertas cient\u00edficas, culturas como trigo, arroz e milho s\u00e3o utilizadas para alimentar a popula\u00e7\u00e3o mundial. Al\u00e9m de seu papel na comercializa\u00e7\u00e3o e no processamento global, a LDC continua a gerenciar a jornada do trigo e outros gr\u00e3os do campo \u00e0 mesa, mantendo-se fiel ao pioneirismo de nosso fundador.<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre nossos pontos fortes em Gr\u00e3os,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ldc.com\/br\/pr\/nossos-negocios\/nossas-plataformas\/graos\/\">acesse a p\u00e1gina dedicada ao nosso assunto em nosso site<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na virada do s\u00e9culo 19, os produtores de trigo enfrentavam um desafio aparentemente imposs\u00edvel de superar: como suprir a demanda cada vez maior de uma popula\u00e7\u00e3o em crescimento com poucas terras novas dispon\u00edveis para a agricultura? 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